"Sei lá vou sarapantar
Vou sarapantar
Vou-me embora
Partindo da palavra: adeus
À Deus adeus
Andando aos passos, aos passos lentos
Pareço volto para um lugar que eu nunca saí de lá
Viajando em pensamento
Ora sou macaco, sou peixe, pingüim, dinossauro
Ora sou cavaleiro , ora sou prisioneiro
Saídas existem várias
E muitas dessas entradas
Começa onde termina a outra saída
Vai e volta, vem e vai
Sai e entra, entra no que sai
Ir também é voltar mesmo que não se olhe pra trás
Pra aprender o caminho
Mesmo que não se lembra mais
Mesmo que saia pra nunca mais
Mesmo que cante a despedida
E bote fé nessa saída"
(por, Leandro Hoehne)
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Começamos a aula com a apresentação das cenas. Foi muito interessante poder perceber, descobrir, um pouquinho de cada um ali naquele palco. Cenas lindas! Que nos contava um pouco da individualidade de cada um. Tiveram duas cenas que me chamaram mais a atenção (mexeram com o meu interior), foi a da tragetória : "Onde a gente nasce, cresce, se desenvolve, descobre o outro, tem filhos, fica velhinho, e morre". E a outra foi a do poema sobre "o tempo".
Gostaria que todos deixassem no comentário um resumo de sua cena, com música, texto, enfim, algo que eu possa documentar essas cenas que, pra mim, foram muito importantes. Adorei poder vê-las.
Algumas pessoas não apresentaram nada, talvez por medo, insegurança. Isso acontece. Mas temos que nos jogar, sempre! Não podemos ter medo de errar, pois aprendemos a cada instante com acertos e erros, nossos e dos outros. Busquem! Ousem! Sejam: VOCÊS!
Gostaria que todos deixassem no comentário um resumo de sua cena, com música, texto, enfim, algo que eu possa documentar essas cenas que, pra mim, foram muito importantes. Adorei poder vê-las.
Algumas pessoas não apresentaram nada, talvez por medo, insegurança. Isso acontece. Mas temos que nos jogar, sempre! Não podemos ter medo de errar, pois aprendemos a cada instante com acertos e erros, nossos e dos outros. Busquem! Ousem! Sejam: VOCÊS!
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Conversamos a respeito do que vamos desenvolver esse semestre. Através da investigação do movimento vamos (re) descobrir os nossos, trabalharemos a nossa consciência corporal. O corpo é a nossa casa (é o único casamento que nunca será dissolvido), por isso devemos investigá-lo, observá-lo, perceber e nos concentrar nas possibilidades que ele nos traz.
Vamos nos expressar corporalomente, gestualmente.